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Mudanças de hábito na família: o início

  • 1 de jul. de 2020
  • 2 min de leitura

No início da adolescência lembro de termos experimentado em casa algumas receitas da culinária macrobiótica em função do problema de hipertensão do meu pai.

Naquele momento lembro que o sal foi drasticamente reduzido e a minha mãe preparava um delicioso vinagrete cheio de ervas frescas para "temperarmos" nosso almoço. Lembro até hoje do sabor! Era delicioso!

O fato é que, até onde me lembre e a vivência como terapeuta ratifica, mudanças de hábitos em família vêm a partir de algum desequilíbrio ou patologia apresentada por algum membro, independentemente da idade, e como uma onda, acaba por influenciar a todos.

A razão é simples: o tempo é curto e vamos combinar que fazer para cada um, um preparo diferente, é inviável em vários níveis.

Daí que toda a família passa pelo processo de mudança.

A adaptação normalmente leva algum tempo. No começo mais restritiva, talvez com pouco sabor ou apelo visual, mas com o passar do tempo, a restrição vira aliada e propicia a abertura para novas e agradáveis possibilidades.

O fato é que nós humanos nos condicionamos a fazer todo dia, tudo sempre igual. Sim, raciocinamos mas quer saber, pergunto quem se questiona antes de se alimentar ou preparar o seu alimento. Na maioria das vezes somos tomados pelo hábito e repetimos aquilo até que algo ou alguém nos instigue a fazer diferente. Ah e quando isso acontece, a reação não é a das melhores. Eu mesma tenho as minhas resistências, em vários níveis e também já presenciei uma série delas nos atendimentos.

Por isso digo e sugiro que o processo seja gradual, pois acredito que a mudança precisa de um tempo para sair desse lugar transitório e se incorporar como um novo hábito, mais saudável e adequado àquela família.


 
 
 

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